Acompanhamento
A gente ensina a estar do outro lado desse balcão — sem depender de um cartão com limite alto. Para começar são necessários R$ 2.000, e nesta página está explicado exatamente onde cada real vai.
Preenche aqui e a gente te chama no WhatsApp. Sem robô e sem áudio de dez minutos.
A pergunta que você já fez
Se você chegou até aqui e pensou isso, a reação está certa. Alguém falando de dinheiro na internet tem que ser olhado com desconfiança.
A desconfiança não some com discurso. Ela some quando existe um mecanismo que dá para conferir. Então segue o mecanismo, e você confere sozinho:
Agências de viagem emitem passagens usando milhas. Sai mais barato que comprar tarifa cheia da companhia — e é por isso que aquele preço estranho às vezes aparece na sua busca.
Quem fabrica milhas em volume quer receber rápido. Em até dez dias, normalmente.
A agência recebe do cliente final devagar: parcelado, boleto, prazo.
Entre os dois prazos existe um vão de caixa. Enquanto ninguém banca esse vão, o negócio não acontece.
Quem banca o vão é remunerado por isso. Não é dinheiro do nada — é capital de giro sendo remunerado, a mesma coisa que acontece em qualquer setor onde o fornecedor recebe antes do cliente pagar.
É esse papel que a gente ensina a ocupar.
O mercado
Papel 1
Gera milhas em volume: transferindo pontos, aproveitando bonificação de programa, juntando de várias fontes.
Imobilizou dinheiro. Quer receber em até 10 dias.
Papel 2
Compra o lote de quem fabrica e publica a oferta para quem emite, dentro da faixa que as agências estão pagando.
É remunerado por bancar o prazo entre os dois lados.
Papel 3
A agência de viagem, que usa as milhas para emitir a passagem do cliente final.
Recebe parcelado. Precisa de prazo para pagar.
A maior parte de quem entra nesse mercado aprende só um dos três, e fica dependente de uma plataforma para operar.
No Acompanhamento você aprende os três — como fabricar, como negociar e como a agência pensa. É o que permite operar dentro ou fora de qualquer plataforma, e é o que continua valendo se as regras mudarem. E elas mudam: foi exatamente uma mudança de regra que deu origem a esta escola.
Na prática
Você entra na plataforma que a gente usa para operar. A mensalidade é R$ 150 e sai do seu capital, não do curso.
Você compra um lote de milhas de quem fabrica. Na primeira compra existe margem para negociar o preço.
Pix e comprovante. As milhas são liberadas para você.
Você publica a sua oferta: programa, quantidade, preço por milheiro e prazo. Existe uma faixa que as agências estão pagando, e você opera dentro dela.
Uma agência aceita a sua oferta. A data de pagamento é definida nesse momento. Não é “em alguns meses”. É uma data.
O pagamento entra e você decide se reinveste. A carteira cresce por reaporte.
A gente fala ciclo, não mês. Um ciclo são 30 dias úteis, que na prática passam de 40 corridos. Trocamos a palavra porque “mês” cria uma expectativa que o calendário não cumpre.
O que ninguém mais faz
Logo depois da matrícula existe uma reunião de transação: a sua primeira operação é feita ao vivo, com a equipe acompanhando cada passo.
Você sai dessa reunião com a operação publicada e — quando ela é aceita — com uma data e um valor de recebimento definidos.
É por isso que a gente fala em resultado desde o primeiro dia. Não é promessa de valor: é a operação existindo de fato, com agenda.
Próximo passo
A conversa é no WhatsApp, com a nossa equipe. Sem compromisso e sem apresentação de uma hora.
Quem ensina
De 2011 a 2023 eu prestava serviço de milhas: o cliente me passava o acesso, eu cuidava da carteira, ele recebia. Foram doze anos fazendo isso todo dia.
Em 2023 os programas mudaram a regra — cada CPF passou a ter que operar no próprio nome. Centralizar a operação de várias pessoas deixou de ser possível.
Eu tinha duas opções: fechar as portas ou ensinar as pessoas a fazer, no nome delas, o que eu fazia por elas.
Escolhi ensinar. É por isso que esta escola existe — não porque eu quis vender curso, mas porque a regra mudou e o serviço virou aula.
Junto com a Laís, minha sócia, a gente também mantém uma agência de viagens. Ou seja: a gente está nos dois lados do balcão. Eu sei o que a agência paga pela milha porque eu também compro.
— Girlane Santana
A entrega
Sua primeira operação feita ao vivo, com a equipe do lado.
Um módulo por semana, com espaço para pergunta.
Você estuda antes; a aula amplia e tira dúvida.
Para rever no seu ritmo.
Onde as operações são discutidas em tempo real.
Fabricar, negociar e emitir — para não depender de uma única plataforma.
Dedicação esperada: cerca de 1 hora por dia.
Transparência
Repara que R$ 1.350 dos R$ 2.000 continuam sendo seus. Não são pagamento — são o capital que vira a sua primeira compra de milhas.
E o saldo do acompanhamento não é cobrado na frente. Ele sai do resultado dos seus ciclos, à medida que eles acontecem.
A gente só ganha se você ganhar.
Isso muda o incentivo de lugar. Se você não opera, se você não recebe, a gente também não recebe. Quem quer aplicar um golpe quer o valor total antecipado — é a natureza do negócio dele.
Também é por isso que a gente diz o preço aqui, na página, e não só na reunião.
Filtro
Dúvidas
Não. Essa é a diferença principal do que a gente ensina. Acumular no cartão exige limite; comprar e revender exige capital, que é outra coisa. Limite é o dinheiro que o banco empresta; capital é o dinheiro que você já tem.
O prazo padrão de uma oferta é de 30 dias úteis, e pode chegar a 70 dependendo da negociação. A data específica é definida no momento em que a agência aceita a sua oferta — por isso a gente fala em data, e não em previsão.
A parte operacional é simples: comprar, publicar a oferta, acompanhar. O que é complexo é a teoria de mercado — quando comprar, a que preço, de quem, com que prazo. É exatamente essa parte que a gente ensina, e é por isso que tem aula toda semana em vez de um PDF.
Não para começar. Quem quiser estruturar depois é acompanhado nisso também.
Isso não é objeção, é o processo. Chama os dois para a conversa desde o começo — a pergunta difícil sempre vem de um dos dois, e é melhor que ela venha na hora em que dá para responder.
Não. A Decolar é uma escola: a gente ensina o mercado e acompanha a sua operação. O resultado depende do seu capital, da sua execução e das condições de mercado, que variam. Quem garante retorno em qualquer mercado está prometendo o que não controla.
Decisão
E decide depois. Talvez conclua que não é pra você — e vai ter aprendido como funciona um mercado que quase ninguém explica.
Deixar pra depois também é uma decisão. Só não parece uma, porque não exige nada de você hoje.